Sustentabilidade econômica das áreas protegidas no brasil: lacunas institucionais para a consolidação de alternativas

A sustentabilidade econômica da gestão das áreas protegidas brasileiras constitui agenda de pesquisa recente, na qual prevalecem lacunas referentes à falta de dados sistematizados e atualizados sobre o quadro orçamentário do Sistema Nacional de Unidades de Conservação. Mais do que identificare quant...

Descripción completa

Guardado en:
Detalles Bibliográficos
Autor principal: Ana Lucia Camphora
Formato: Artículo científico
Publicado: Universidad Externado de Colombia 2009
Materias:
Acceso en línea:http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=67515007010
http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=co/co-011&d=67515007010oai
Aporte de:
Descripción
Sumario:A sustentabilidade econômica da gestão das áreas protegidas brasileiras constitui agenda de pesquisa recente, na qual prevalecem lacunas referentes à falta de dados sistematizados e atualizados sobre o quadro orçamentário do Sistema Nacional de Unidades de Conservação. Mais do que identificare quantificar alternativas às reduzidas fontes fi nanceiras, busca- se maior visibilidade sobre seus componentes institucionais. Dada sua relevância, o tema integra-se ao projeto de ampliação territorial das áreas protegidas, na medida em que cada novo hectare protegido no papel , implica em uma maior carência de recursos financeiros, materiais e humanos para sua gestão. Nesse sentido, o exame das lacunas legais, normativas e operacionais, na captação e aplicação desses recursos, vem propiciar elementos analíticos essenciais para aprofundar o entendimento sobre alguns impasses institucionais recorrentes no processo. Sob um enfoque institucional, a expansão territorial das áreas protegidas esbarra em estruturas tecno-burocráticas pouco ágeis para operacionalizar e consolidar fontes financeiras efetivas e potenciais. Pretendemos que essas contribuições proporcionem avanços nas reflexões sobre os contextos nacionais da América Latina e Caribe.