Neutralidade ou impregnação teórica na observação:implicações metodológicas nas ciências sociais
Há uma dicotomia metateórica essencial na filosofia da ciência e nas ciências da cognição que apresenta importantes implicações metodológicas nas ciências sociais: a distinção entre enunciados puramente observacionais e enunciados carregados teoricamente. A defesa de cada alternativa repercutiu na...
Guardado en:
| Autor principal: | |
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| Formato: | Artículo científico |
| Publicado: |
Universidade Federal de Goiás
2005
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=70380103 http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-045&d=70380103oai |
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| Sumario: | Há uma dicotomia metateórica essencial na filosofia da ciência e nas ciências da cognição que apresenta importantes implicações metodológicas nas ciências sociais: a distinção entre enunciados puramente observacionais e enunciados carregados teoricamente. A defesa de cada alternativa repercutiu na definição dos fundamentos e métodos da ciência empírica, com especial ênfase no questionamento da objetividade. Embora a tese de que a observação seja, pelo menos, lingüística e socialmente condicionada prevaleça no campo das ciências sociais, a procura de uma base empírica reaparece, principalmente na crítica de um relativismo radical que decorreria da aceitação da tese da impregnação teórica. O problema torna-se mais relevante em tendências como a etnometodologia ou o construcionismo social, que praticamente negam a possibilidade de uma descrição objetiva da experiência ou do mundo. |
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