O caráter festivo da ciberarte
Partindo de uma das mais notáveis características da ciberarte, a interatividade , em um contexto de hibridização generalizada dos procedimentos e dispositivos tecnológicos disponíveis na atual era hipertecnológica, o presente artigo colocará em destaque a dimensão do festivo no âmbito das práticas...
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| Autor principal: | |
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| Formato: | Artículo científico |
| Publicado: |
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
2009
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=74212716005 http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-046&d=74212716005oai |
| Aporte de: |
| Sumario: | Partindo de uma das mais notáveis características da ciberarte, a interatividade , em um contexto de hibridização generalizada dos procedimentos e dispositivos tecnológicos disponíveis na atual era hipertecnológica, o presente artigo colocará em destaque a dimensão do festivo no âmbito das práticas artísticas contemporâneas, especialmente em sua vertente tecnológica e digital. A fim de considerar tanto o seu aspecto criacionista quanto o reflexionista , a interpretação proposta partirá das questões apresentadas pela teoria antropológica clássica sobre festa: O que estabelece a comunidade na ciberarte? Que tipo de comunidade aí se estabelece e o que se sacrifica na arte digital ou cibernética? Estas questões estarão articuladas com a discussão proposta por Hans-Georg Gadamer e Richard Schechner sobre a tarefa de construção do jogo reflexivo presente na obra de arte como tal, para apresentar, gradativamente, no decorrer do artigo, a peculiaridade da experiência do festivo nas artes computacionais ou numéricas. |
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