PERFORMATIVIDADE, PRIVATIZAÇÃO E O PÓS-ESTADO DO BEM-ESTAR
Neste artigo, primeiramente, será discutido, ainda que de maneira breve, o processo e a implicação do acordo do pós-Estado do Bem-Estar para o Estado, para o capital, para as instituições do setor público e para os cidadãos. Uma das principais questões na análise desse processo está baseada em dois...
Guardado en:
| Autor principal: | |
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| Formato: | Artículo científico |
| Publicado: |
Centro de Estudos Educação e Sociedade
2004
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=87314213002 http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-004&d=87314213002oai |
| Aporte de: |
| Sumario: | Neste artigo, primeiramente, será discutido, ainda que de maneira breve, o processo e a implicação do acordo do pós-Estado do Bem-Estar para o Estado, para o capital, para as instituições do setor público e para os cidadãos. Uma das principais questões na análise desse processo está baseada em dois pontos relacionados: a privatização e a mercantilização do setor público são crescentemente complexas e totalizadoras e formam parte de um novo acordo político global. Os valores do mercado privado são celebrados em quase todos os Estados do ocidente, dando legitimação e impulso para certas ações e compromissos - espírito empresarial, competição e excelência -, e inibindo e deslegitimando outros - justiça social, eqüidade, tolerância. Em particular, este trabalho tenta enfatizar a inserção de hábitos da produção privada, e de suas sensibilidades comerciais e moral utilitária , na prática educacional. |
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