Cidade pós-moderna, gentrificação e a produção social do espaço fragmentado
É indubitável que as últimas décadas têm assistido à formação de um novo tipo de cidade a que, por comodidade e na falta de melhor expressão, se designa de pós-moderna. A cidade compacta, de zonamento social estanque e de limites precisos, cujo centro evidencia uma relativa homogeneidade social, est...
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| Formato: | Artículo Artigo Avaliado pelos Pares publishedVersion |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
Cadernos Metrópole. ISSN (impresso) 1517-2422; (eletrônico) 2236-9996
2013
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| Acceso en línea: | http://revistas.pucsp.br/index.php/metropole/article/view/14765 http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-027&d=article14765oai |
| Aporte de: |
| Sumario: | É indubitável que as últimas décadas têm assistido à formação de um novo tipo de cidade a que, por comodidade e na falta de melhor expressão, se designa de pós-moderna. A cidade compacta, de zonamento social estanque e de limites precisos, cujo centro evidencia uma relativa homogeneidade social, estilhaça-se num conjunto de fragmentos distintos onde os efeitos de coesão, de continuidade e de legibilidade urbanística dão lugar a formações territoriais mais complexas, territorialmente descontínuas e sócio e espacialmente enclavadas. Daremos particular atenção às formulações teóricas que defendem que essa tendência de gentrificação, enquanto processo específico de recentralização socialmente seletiva nas áreas centrais da cidade, tem contribuído para a fragmentação social e residencial do espaço urbano contemporâneo. |
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