A Estrada do Colono como agente fragmentador do Parque Iguaçú
Este artigo é uma breve exposição e avaliação dos impactos causados por uma rodovia no interior de uma unidade de conservação da natureza, como é o caso específico da extinta rodovia PR 495, conhecida...
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| Autor principal: | |
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| Formato: | Artículo publishedVersion |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
UFPR
2010
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/raega/article/view/18522 http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-052&d=article18522oai |
| Aporte de: |
| Sumario: | Este artigo é uma breve exposição e avaliação dos impactos causados por uma rodovia no interior de uma unidade de conservação da natureza, como é o caso específico da extinta rodovia PR 495, conhecida como Estrada do Colono a qual atravessava o Parque Nacional do Iguaçu, em um sentido geral NW-SE. A estrada foi, até bem pouco tempo, palco de discussões de ambientalistas no Brasil e no mundo, pois fragmentava uma das mais importantes unidades de conservação da natureza no Brasil - o Parque Nacional do Iguaçu. A sua existência levou o Parque a ser colocado pela Unesco, em 1999, na lista de Patrimônios da Humanidade em Perigo. Recentemente fechada, trouxe à tona as reivindicações populares pela sua reabertura e os debates políticos regionais que contestam seu fechamento e lutam pela sua manutenção, apresentando diversos projetos para sua viabilização, bem como para minimizar o seu impacto sobre o Parque. Entre estes projetos estão a criação de uma Estrada Parque ou a construção de uma estrada em forma de túnel. Tais projetos, além de mirabolantes, não deixam de ser agentes fundamentais nos processos de fragmentação e degradação do parque. |
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