A Representação do Sujeito Moderno entre o Simbolismo e a Geração de Orpheu

O presente artigo propõe uma leitura dos poemas “Final” (Camilo Pessanha), “Impressões do Crepúsculo” (Fernando Pessoa) e “16” (Mario de Sá-Carneiro), a fim de investigar seus pontos de convergência, propondo-se a afirmação de que os textos em questão são representativos de uma nova maneira de se pe...

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Detalles Bibliográficos
Autor principal: Xavier, Rodrigo
Formato: Artículo publishedVersion
Lenguaje:Portugués
Publicado: Programa de Pós-graduação em Letras 2012
Materias:
Acceso en línea:http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/terraroxa/article/view/25032
http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-038&d=article25032oai
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Sumario:O presente artigo propõe uma leitura dos poemas “Final” (Camilo Pessanha), “Impressões do Crepúsculo” (Fernando Pessoa) e “16” (Mario de Sá-Carneiro), a fim de investigar seus pontos de convergência, propondo-se a afirmação de que os textos em questão são representativos de uma nova maneira de se perceber o sujeito na viragem do século XIX ao XX, apresentando-os como produções emblemáticas de um novo conceito de mímesis que se estabeleceu a partir da ruptura de Kant com a tradição metafísica cartesiana.This article proposes a reading of three Portuguese poems: Final (Camilo Pessanha), “Impressões do Crepúsculo” (Fernando Pessoa) and “16” (Mario de Sá-Carneiro) to investigate their points of convergence, proposing to claim that’s own production are representative of a new way to think the conception of subject at the turn of the nineteenth to the twentieth century, presenting them as a signal of a new production and the mimesis conception, it is established by the break of a Cartesian metaphysics tradition after Kant’s critical positioning.