Um novo espírito, sim! Uma revisão do debate sobre o "espírito do capitalismo"
http://dx.doi.org/10.5007/1806-5023.2014v11n1p45 Para Luc Boltanski e Ève Chiapello, a história do capitalismo passou por três “espíritos do capitalismo”, de acordo com a definição que dão ao conceito. Sendo que, o último espírito ainda está em formação. Isabelle Darmon, baseada na sua interpretação...
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| Autor principal: | |
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| Formato: | Artículo publishedVersion |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
Universidade Federal de Santa Catarina
2014
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | https://periodicos.ufsc.br/index.php/emtese/article/view/1806-5023.2014v11n1p45 http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-033&d=article34604oai |
| Aporte de: |
| Sumario: | http://dx.doi.org/10.5007/1806-5023.2014v11n1p45 Para Luc Boltanski e Ève Chiapello, a história do capitalismo passou por três “espíritos do capitalismo”, de acordo com a definição que dão ao conceito. Sendo que, o último espírito ainda está em formação. Isabelle Darmon, baseada na sua interpretação de Max Weber, defende que não há um novo espírito, mas sim o mesmo e único, pois “sem uma nova racionalidade econômica, não há um novo espírito do capitalismo”. Este artigo visa fazer uma revisão do debate entre os autores e responder a seguinte pergunta: diante da crítica de Darmon, é válido ainda situarmos o universo empírico de uma pesquisa num contexto de “espírito de capitalismo”, conforme a definição de Boltanski e Chiapello? Concluo que sim, se considerarmos as mudanças em tal “espírito” como renovações na interação entre as racionalidades formal e material. |
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