Ilustrando: o livro em Vitrine e o que Mais!?: O discurso sobre o livro e a construção de imagens em matérias da Folha de S. Paulo

Este trabalho é resultado de nossa pesquisa em que investigamos os recursos quando se tem o objeto “livro” como fonte de notícia em matérias publicadas pelo jornal Folha de S. Paulo, veiculadas no mês de março de 2008 no caderno de variedades – Ilustrada – e no suplemento literário – Mais!. Assim, n...

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Detalles Bibliográficos
Autores principales: Ely, Luiz Augusto, Negri, Lígia
Formato: Artículo publishedVersion
Lenguaje:Portugués
Publicado: ALFA: Revista de Linguística 2014
Materias:
Acceso en línea:https://periodicos.fclar.unesp.br/alfa/article/view/5816
http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-048&d=article5816oai
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Descripción
Sumario:Este trabalho é resultado de nossa pesquisa em que investigamos os recursos quando se tem o objeto “livro” como fonte de notícia em matérias publicadas pelo jornal Folha de S. Paulo, veiculadas no mês de março de 2008 no caderno de variedades – Ilustrada – e no suplemento literário – Mais!. Assim, nos deparamos com uma diversidade de textos, compostos por gêneros discursivos característicos; entretanto, certos textos nos chamaram a atenção, pois, ainda que publicados como matérias de jornal, mais parecem textos literários, devido ao espaço em que são divulgados e, certamente, por conta do público a quem são destinados. Além disso, podemos conceber que os discursos representam o mundo e, assim, suas enunciações são parte integrante desse mundo representado, daí a associação entre essa concepção e a categoria de cena da enunciação. Desse modo, nos faremos valer dos conceitos de ethos e pathos, afinal, ainda que tenhamos dois cadernos de um mesmo jornal, estes periódicos são pensados tendo como público sujeitos distintos. E, ao considerar essas noções, pretenderemos apontar a construção de imagens de leitores na constituição das imagens dos cadernos analisados, bem como justificar essa abordagem distinta da Folha de S. Paulo ao se tomar o objeto “livro” como notícia.