Assimilação regressiva de nasalidade, efeito articulatório de ressonância nasal produzida pelo segmento palatal [ɲ] em posição tônica
Conforme nossa interpretação, queremos, nesta pesquisa, observar a existência, independentemente do registro de língua, formal ou informal, na fala produzida por falantes nativos da língua portuguesa da nasalização das vogais átonas seguidas da sílaba tônica iniciada com “NH”, como é o caso de nenhu...
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| Autores principales: | , , |
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| Formato: | Objeto de conferencia |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
2017
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/130255 |
| Aporte de: |
| Sumario: | Conforme nossa interpretação, queremos, nesta pesquisa, observar a existência, independentemente do registro de língua, formal ou informal, na fala produzida por falantes nativos da língua portuguesa da nasalização das vogais átonas seguidas da sílaba tônica iniciada com “NH”, como é o caso de nenhum, ganhar, espanhol, banheiro, pinheiro, companheiro etc.
Partimos da hipótese de que as vogais pretônicas, quando seguidas do dígrafo palatal “NH” posicionado em sílaba tônica, assimilam a nasalidade deste segmento e são pronunciadas com uma ressonância nasal.
Nosso objetivo primordial é sistematizar, para fins didáticos do ensino de PLE (Português Língua Estrangeira), uma regra específica de nasalidade segundo a qual as vogais pretônicas átonas seguidas do segmento palatal [ɲ] –em sílaba tônica– assimilam a sua nasalidade por um efeito articulatório regressivo.
Para tanto, foi desenvolvido um plano de trabalho que contribua para o ensino de PLE, a partir da necessidade de identificarmos e caracterizarmos inadequações de pronúncia nos alunos aprendizes da língua referidas à nasalidade regressiva, (re)elaborar e aplicar intervenções didáticas para serem incorporadas como teoria e prática referidas aos sons nasais e, por último, possibilitar e motivar a produção de conhecimento na área do ensino-aprendizagem da fonética e fonologia do português falado no Brasil. |
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