Dasyatidae no Cretáceo da Amazônia Oriental: considerações paleoecológicas
O Grupo Itapecuru teve sua origem ligada à ruptura em zonas de tensão e transcorrência associada ao desenvolvimento de rift intracontinental durante a separação dos continentes africano e sul-americano. Estes depósitos contêm uma diversidade de ambientes deposicionais, como canais fluviais, lagunas,...
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| Autores principales: | , , |
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| Formato: | Objeto de conferencia Resumen |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
2010
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| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/16876 |
| Aporte de: |
| Sumario: | O Grupo Itapecuru teve sua origem ligada à ruptura em zonas de tensão e transcorrência associada ao desenvolvimento de rift intracontinental durante a separação dos continentes africano e sul-americano. Estes depósitos contêm uma diversidade de ambientes deposicionais, como canais fluviais, lagunas, canais de maré, estuarino-lagunares e marinhos rasos, cuja reconstituição pode ser auxiliada pelo seu conteúdo paleontológico. Amostras de peixes fósseis provenientes de depósitos albianos do Grupo Itapecuru no Município de Codó, Maranhão, possibilitaram a recuperação de 4 dentes identificados como pertencentes a arraias da família Dasyatidae. Estes apresentam coroa molariforme elíptica, típica de dentição para esmagamento, com tamanhos variando entre 1mm à 3mm de comprimento, e 1mm de largura. Dentes fósseis pertencentes a esta família já haviam sido associados a ambientes de canais e depósitos com influência de maré, incluindo ambientes restritos como o estuarino ocorrentes em depósitos cretáceos de outras regiões. No caso do registro de Codó, esta ocorrência confirmaria a descrição paleoambiental existente para o Grupo. |
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