Novos horizontes: A trajetória exilar de Augusto Boal nos anos 1970

A trajetória de exílio do autor e diretor teatral Augusto Pinto Boal foi marcada por várias de suas criações, onde se criticava a ditadura militar brasileira, fazia-se denúncia da tortura nos regimes autoritários da época, falava-se sobre as vivências de milhares de exilados e as demais histórias de...

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Detalles Bibliográficos
Autor principal: Reis Santos, Desiree dos
Formato: Objeto de conferencia
Lenguaje:Portugués
Publicado: 2012
Materias:
Acceso en línea:http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/32152
http://jornadasexilios.fahce.unlp.edu.ar/i-jornadas/ponencias/REIS_SANTOS.pdf
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Descripción
Sumario:A trajetória de exílio do autor e diretor teatral Augusto Pinto Boal foi marcada por várias de suas criações, onde se criticava a ditadura militar brasileira, fazia-se denúncia da tortura nos regimes autoritários da época, falava-se sobre as vivências de milhares de exilados e as demais histórias de pessoas com quem encontrava no exílio. Quiseram que se calasse, mas o exílio, apesar de todas as dificuldades e da amarga experiência, foi a possibilidade de fala naqueles anos de ditadura no Brasil: “Escutem, escutem. Eu não me calo. Eu não me calo. Escutem”.