Os Ciclos de Formação e Desenvolvimento Humano e a realidade da Educação Física na escola pública
Esta pesquisa objetivou compreender a realidade da organização escolar estruturada em Ciclos de Formação e Desenvolvimento Humano, a partir do olhar dos professores de educação física que atuam na escola pública. Como objetivo específico procurou investigar as mudanças que ocorreram a partir da impl...
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| Autor principal: | |
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| Formato: | Objeto de conferencia |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
2013
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/36258 http://congresoeducacionfisica.fahce.unlp.edu.ar/10o-ca-y-5o-l-efyc/actas-10-y-5/Eje1_MesaC_Milhomem.pdf/at_download/file |
| Aporte de: |
| Sumario: | Esta pesquisa objetivou compreender a realidade da organização escolar estruturada em Ciclos de Formação e Desenvolvimento Humano, a partir do olhar dos professores de educação física que atuam na escola pública. Como objetivo específico procurou investigar as mudanças que ocorreram a partir da implantação do novo modelo e quais as consequências pedagógicas para o ensino da educação física na escola. A pesquisa fundamentou-se no método da pesquisa-ação e do trabalho coletivo, mediado por diálogos e reflexões com os professores/as de Educação Física onde se procurou identificar as problemáticas, os conceitos, as concepções, as formas de avaliação educativa e os posicionamentos dos professores acerca do novo modelo escolar. Os resultados das análises possibilitaram identificar os elementos mais recorrentes relacionados aos problemas e estrangulamentos dos ciclos e as ações propositivas acerca da qualidade da prática da educação física nos ciclos de escolarização. De forma geral, pode se afirmar que os Ciclos de Desenvolvimento promovem avanços sobre o processo de escolarização e que a educação física apresenta contribuições significativas no processo de aprendizagem, principalmente em razão do trabalho coletivo. Foi possível constatar que o modelo seriado permanece enraizado nas práticas dos professores no cotidiano da escola, sustentado pela resistência à mudança, pela não compreensão do modelo de ciclos e pela dificuldade de ir contra a lógica hegemônica do modelo da escola capitalista. |
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