Trocas gasosas e atividade antioxidante de portaenxertos de <i>Prunus</i> spp. submetidos ao estresse seca e alagamento

O objetivo deste trabalho foi avaliar as trocas gasosas e atividade antioxidante de portaenxertos do gênero Prunus submetidos ao estresse por seca e alagamento. Plantas de pessegueiro cv. Flordaguard e Capdeboscq e de ameixeira cv. Mirabolano 29-C, com um ano de idade, foram submetidas a três condiç...

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Detalles Bibliográficos
Autores principales: Messchmidt, Aline A., Bianchi, Valmor João, Zanandrea, Ilisandra, Martinazzo, Emanuela Garbin, Radmann, Elizete Beatriz, Bacarin, Marcos Antonio
Formato: Articulo
Lenguaje:Portugués
Publicado: 2015
Materias:
Acceso en línea:http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/47309
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Sumario:O objetivo deste trabalho foi avaliar as trocas gasosas e atividade antioxidante de portaenxertos do gênero Prunus submetidos ao estresse por seca e alagamento. Plantas de pessegueiro cv. Flordaguard e Capdeboscq e de ameixeira cv. Mirabolano 29-C, com um ano de idade, foram submetidas a três condições hídricas: tratamento controle (com irrigação diária), alagamento do sistema radicular e seca (ausência de irrigação) por quatro e oito dias, e em seguida, colocadas sob condições de recuperação do estresse, por três dias. Foi avaliada a taxa fotossintética líquida (A), condutância estomática (gs), atividade de enzimas do sistema antioxidante (SOD, CAT e APX), conteúdo de peróxido de hidrogênio e peroxidação lipídica. Durante o período de estresse, houve redução de A e gs nas três cultivares estudadas, em relação ás plantas controle, porém, no terceiro dia de recuperação esses parâmetros voltaram a ficar com valores próximos ao controle para a cv. Flordaguard sob estresse por seca e para a cv. Mirabolano 29-C sob alagamento. A atividade das enzimas antioxidantes, o conteúdo de peróxido de hidrogênio e a peroxidação lipídica não variou de maneira expressiva nas duas cvs de pessegueiro sob déficit hídrico. Porém, sob alagamento, houve aumento da atividade da CAT e APX e da peroxidação lipídica. A cv. Mirabolano 29-C, em ambos estresses, ativou o sistema antioxidante, seguido de uma alta produção de H2O2 e uma maior peroxidação lipídica, sugerindo que esta cultivar possui um mecanismo de defesa antioxidante que se expressa mais intensa e rapidamente em ambas condições de estresse. Com estes resultados concluiu-se que Mirabolano 29-C apresenta maior tolerância ao alagamento, porém é mais sensível ao déficit hídrico, em relação as cvs. de pessegueiro avaliadas.