Auschwitz e os limites da cultura: anotações para uma sociologia crítica da educação
A proposta de apresentaçãoaponta para algumas anotações sobre uma sociologia crítica da educação a partir do pensamento de Theodor W. Adorno. Desse modo, discutem-se aqui os limites da cultura na sociedade capitalista, sendo o episódio de Auschwitz a grande metáfora da própria cultura absorvida pela...
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| Autor principal: | |
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| Formato: | Objeto de conferencia |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
2014
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/47860 http://jornadassociologia.fahce.unlp.edu.ar/viii-jornadas-2014/PONmesa02SILVA.pdf/view?searchterm=None |
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| Sumario: | A proposta de apresentaçãoaponta para algumas anotações sobre uma sociologia crítica da educação a partir do pensamento de Theodor W. Adorno. Desse modo, discutem-se aqui os limites da cultura na sociedade capitalista, sendo o episódio de Auschwitz a grande metáfora da própria cultura absorvida pela lógica de dominação. Para Adorno Auschwitz é o símbolo da consciência coisificada, transfigurada também no símbolo da modernidade e da civilização. Auschwitz é a “barbárie sofisticada” ou civilização que expõe sua barbárie, eis o paradoxo. O olhar de Adorno está voltado para a situação humana após esta catástrofe que nos direciona a uma crítica à civilização. Sua afinidade com esse episódio, criado sob a mão humana, nasce a partir de uma exigência de ler a contrapelo a própria cultura.Nesse sentido pretende-sediscutir a condição da educação nos dias atuais, a partir de uma concepção sociológica crítica, bem como seus desdobramentos. A questão que se coloca é: como compreender uma sociologia crítica da educação e as condições de efetivá-la na perspectiva de se evitar Auschwitz no âmbito da sociedade contemporânea? |
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