Uma análise da realidade brasileira sobre a gestão dos empreendimentos econômicos solidários conforme dados do segundo mapeamento

Balizados em um contexto autogestionário, os empreedimentos econômicos solidários, perpassam por uma gestão com especificidades que possa garantir a licitude dessas instituições; para tanto, são constantemente desafiados pelas leis de mercado do sistema capitalista. Ao perceber a importância dessas...

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Detalles Bibliográficos
Autores principales: Silva, Daciane de Oliveira, Anjos, Eliene Gomes dos, Silva, Andrea de Oliveira, Lopes, Keilla Petronilia Santos
Formato: Objeto de conferencia
Lenguaje:Portugués
Publicado: 2015
Materias:
Acceso en línea:http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/50261
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Descripción
Sumario:Balizados em um contexto autogestionário, os empreedimentos econômicos solidários, perpassam por uma gestão com especificidades que possa garantir a licitude dessas instituições; para tanto, são constantemente desafiados pelas leis de mercado do sistema capitalista. Ao perceber a importância dessas instituições para uma parcela considerável da população brasileira e sua necessidade de empoderamento, a Secretaria Nacional de Economia Solidária cria uma base de dados, o Sistema Nacional de Informações de Economia Solidária (SIES) que realizou dois mapeamentos sobre esses empreendimentos: o primeiro ocorreu de 2007- 2009 e o segundo de 2010-2013. Nesta circunstância, a análise dos dados do Segundo Mapeamento Nacional (2010-2013) demonstra a realidade vivenciada no Brasil, um país caracterizado por inúmeras experiências associativas e com características singulares comparadas às demais realidades presentes no mundo. Com a ampliação de políticas públicas que visam promover o crescimento e a sustentabilidade dos empreendimentos econômicos solidários, diante do resultado do segundo mapeamento busca-se responder em que medida as estratégias organizacionais dialogam com as práticas democráticas atribuídas a estes empreendimentos.