Cidades dinâmicas: a transformação da paisagem contemporânea

É possível incluir na transformação da paisagem urbana, valores como a produtividade e diversidade que encontramos em áreas de reserva, sem alienar o homem dessas paisagens? E como podemos reconciliar o futuro das megacidades-região com o mundo rural? O optimismo e crença no progresso, com origem no...

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Detalles Bibliográficos
Autores principales: Cruz, João M. D., Costa Pinto, Eduardo
Formato: Objeto de conferencia
Lenguaje:Portugués
Publicado: 2014
Materias:
Acceso en línea:http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/55195
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Sumario:É possível incluir na transformação da paisagem urbana, valores como a produtividade e diversidade que encontramos em áreas de reserva, sem alienar o homem dessas paisagens? E como podemos reconciliar o futuro das megacidades-região com o mundo rural? O optimismo e crença no progresso, com origem no Iluminismo, tornouse visível na transformação da paisagem a partir do século XIX quando as cidades deixaram de ser lugares físicos delimitados. Esta convicção de que a ciência iria permitir libertar os espíritos, emancipar a humanidade das cadeias de superstição e do obscurantismo medieval, deu lugar na paisagem à urbanização extensiva, materializada na forma de ocupações dispersas e na indefinição dos perímetros urbanos independentes do suporte biofísico e cultural. A tendência de tabula rasa da modernização promoveu espaços urbanos estáticos no tempo, incapazes de reagir e gerar novas dinâmicas faces às energias intrínsecas de cada lugar, e condicionados pela imagem em papel dos planos urbanísticos. O objectivo desta comunicação é apresentar 2 projectos, que concretizão conceitos de Planificação e gestão urbana e ambiental, e contêm em si uma dinâmica e uma flexibilidade ao longo tempo, nomeadamente, as Frentes de Mar das cidades de Chioggia (Itália) e Figueira da Foz (Portugal).