Nanoemulsões como sistemas de liberação para fármacos oftálmicos
A instilação tópica de colírios no saco conjuntival inferior é o procedimento mais correntemente empregado para a administração de fármacos oftálmicos. Entretanto, um dos maiores problemas encontrados com a administração de colírios é a sua rápida eliminação da área pré-corneal através dos mecanismo...
Guardado en:
| Autores principales: | , , |
|---|---|
| Formato: | Articulo Revision |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
2004
|
| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/6702 http://www.latamjpharm.org/trabajos/23/4/LAJOP_23_4_8_1_NAX9782V2T.pdf |
| Aporte de: |
| Sumario: | A instilação tópica de colírios no saco conjuntival inferior é o procedimento mais correntemente empregado para a administração de fármacos oftálmicos. Entretanto, um dos maiores problemas encontrados com a administração de colírios é a sua rápida eliminação da área pré-corneal através dos mecanismos de proteção do olho, resultando em uma reduzida biodisponibilidade dos fármacos veiculados. O
uso de nanoemulsões lipídicas óleo em água tem sido considerado como uma estratégia promissora para
melhorar a biodisponibilidade de fármacos oftálmicos aplicados topicamente. Assim, o objetivo deste trabalho
é revisar diferentes aspectos relacionados com a composição, técnicas de preparação e propriedades
físico-químicas de nanoemulsões como sistemas de liberação de fármacos oftálmicos. A influência das nanoemulsões em aspectos biofarmacêuticos da ciclosporina A, indometacina e pilocarpina também é discutida. |
|---|