O direito social ao lazer no município de Itacoatiara-AM/Brasil: da fábula à realidade

O artigo é uma síntese provisória de uma iniciação científica júnior que tem como objeto estudar o Lazer como um fenômeno social significativo no município de Itacoatiara (Estado do Amazonas no Brasil). Tendo como ponto de partida as reflexões e os questionamentos advindos dos momentos de vivências...

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Detalles Bibliográficos
Autores principales: Silva dos Santos, Marcelo, Lopes Neto, Almir Chaves, Belém, Francisca Natália A., Dias Pará, Bianca, Rodrigues da Silva, Jefté, Neves, Thiago Baleiro
Formato: Objeto de conferencia
Lenguaje:Español
Publicado: 2016
Materias:
Acceso en línea:http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/68358
http://jornadassociologia.fahce.unlp.edu.ar/ix-jornadas/actas-2016/PONmesa20SilvaDosSantos.pdf
Aporte de:
Descripción
Sumario:O artigo é uma síntese provisória de uma iniciação científica júnior que tem como objeto estudar o Lazer como um fenômeno social significativo no município de Itacoatiara (Estado do Amazonas no Brasil). Tendo como ponto de partida as reflexões e os questionamentos advindos dos momentos de vivências de conteúdos da disciplina educação física da turma do ensino Médio integrado de informática do Instituto Federal do Amazonas (IFAM) Campus de Itacoatiara e como pressuposto o lazer como Direito Social, foi realizada uma pesquisa documental em alguns órgãos públicos do município, foi feita uma observação direta dos pesquisadores nos equipamentos e foram colhidos depoimentos de frequentadores. Com base na pesquisa, afirma-se que a comunidade Itacoatiarense está muito distante da possibilidade de ter o Lazer garantido enquanto um Direito Social Constitucional. Além dos espaços públicos serem insuficientes para atender o conjunto da população, não são oferecidas condições necessárias para o usufruto do lazer. A investigação possibilitou aos alunos identificar os equipamentos de lazer numa perspectiva crítica, reconhecer a realidade do município e ter a perspectiva de transformá-lo através da reivindicação e participação ativa na discussão no Plano Diretor e na criação de ambientes alternativos como prática de resistência.