Toxicidade pré-clínica em doses repetidas do óleo essencial do Origanum vulgare L. (Orégano) em ratas Wistar
Nas últimas décadas a propriedade inibitória dos óleos essenciais vegetais frente a Candida spp. tem sido estudada, estando a do orégano entre eles. Todavia, são escassos os trabalhos sobre a toxicidade do referido óleo. Assim, o objetivo do presente estudo foi avaliar a toxicidade do óleo essencial...
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| Autores principales: | , , , , , , , |
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| Formato: | Articulo |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
2008
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/7684 http://www.latamjpharm.org/trabajos/27/5/LAJOP_27_5_1_9_82H6G6BZ0D.pdf |
| Aporte de: |
| Sumario: | Nas últimas décadas a propriedade inibitória dos óleos essenciais vegetais frente a Candida spp. tem sido estudada, estando a do orégano entre eles. Todavia, são escassos os trabalhos sobre a toxicidade do referido óleo. Assim, o objetivo do presente estudo foi avaliar a toxicidade do óleo essencial do Origanum vulgare administrado em ratas Wistar, adultas. Quatro grupos experimentais foram constituídos,
grupo I (óleo por via oral, n = 10); grupo II (controle oral, n = 5), grupo III, (óleo por via intra-vaginal, n =10) e grupo IV (controle intra-vaginal, n = 5). O tratamento diário foi realizado por 30 dias. Utilizou-se emulsão a 3% vol/vol do óleo essencial de O. vulgare que apresentava os seguintes constituintes: α-terpineno (4,86 %), 4-terpineol (47,95 %), α-terpineol (7,56 %), timol (8,42 %) e carvacrol (9,43 %). Ao final do
tratamento, os animais foram sacrificados, sendo realizadas necropsias. Os resultados não evidenciaram qualquer alteração macroscópica nos tecidos do trato reprodutivo e digestório, assim como em fígado, baço e rins. Nas avaliações clínicas, hematológicas e histopatológicas não foram observadas alterações. De acordo com os resultados obtidos, conclui-se que o óleo essencial do O. vulgare não causa alterações toxicológicas relevantes, quando administrado à 3% por via oral e intra-vaginal em ratas Wistar, por 30 dias. Outros estudos são necessários, incluindo um período maior de administração e, utilizando óleos com diferentes proporções de terpenos, além da avaliação da toxicidade reprodutiva. |
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