Primer registro de <i>Panochthus greslebini</i> Castellanos (Xenarthra, Glyptodontidae, Hoplophorini) para la Región Pampeana (Argentina)

Panochthus greslebini Castellanos (= P. rochai Paula Couto) tem sido tradicionalmente considerado um táxon endêmico do NE de Brasil. No entanto, nos últimos anos houve registros, ainda que com determinações duvidosas, para o Sul do Brasil e para a Província de Santiago del Estero, Argentina. Na pres...

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Detalles Bibliográficos
Autores principales: Zamorano, Martín, Oliva, Cristian, Scillato Yané, Gustavo Juan, Ferreira, José Darival, Zurita, Alfredo Eduardo
Formato: Articulo
Lenguaje:Español
Publicado: 2015
Materias:
Acceso en línea:http://sedici.unlp.edu.ar/handle/10915/99417
https://ri.conicet.gov.ar/11336/28332
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Descripción
Sumario:Panochthus greslebini Castellanos (= P. rochai Paula Couto) tem sido tradicionalmente considerado um táxon endêmico do NE de Brasil. No entanto, nos últimos anos houve registros, ainda que com determinações duvidosas, para o Sul do Brasil e para a Província de Santiago del Estero, Argentina. Na presente contribuição se dá a conhecer e se descreve detalhadamente um tubo caudal completo, em bom estado de preservação (MMH-QUQ 09-03-01) atribuído a P. greslebini, procedente do Lujanense (Pleistoceno tardio) do curso inferior do rio Quequén Salado, Província de Buenos Aires. Este constitui o primeiro achado confi ável da espécie para a Argentina e por sua vez o registro mais austral, ampliando notavelmente sua distribuição latitudinal. O material aqui apresentado exibe todas as características diagnósticas descritas para o holótipo, a saber: (i) possui uma fi gura apexiana no extremo distal; (ii) em vista dorsal se encontra, distalmente, uma única fi gura apical, localizada distalmente entre o primeiro par dorso-ventral, como em P. subintermedius Castellanos, mas neste último o extremo distal é o mais agudo e o tubo é menos deprimido. Do ponto de vista geográfi co, representa o registro mais ao sul da espécie, ampliando sua distribuição latitudinal em mais de 3.000 km. Verifi cou-se também que este material, em morfologia e tamanho global, é o mais semelhante ao holótipo de P. greslebini do que todos os tubos caudais previamente conhecidos até agora atribuídos a esta espécie.