El cine queer brasileño y la desestabilización de la masculinidad hegemónica en los grandes centros urbanos: Un análisis de las películas Tinta bruta y Cuerpo eléctrico

Este artigo consiste em uma análise da cidade como um espaço público que nos possibilita compreender tensionamentosque a homossexualidade provoca em relação à masculinidade hegemônica, através dos longas-metragens Tinta Bruta (2018) e Corpo Elétrico (2017). Será adotada como metodologia a análise fí...

Descripción completa

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Detalles Bibliográficos
Autores principales: Wandscheer, João Paulo, de Souza Rossini, Miriam
Formato: Artículo revista
Lenguaje:Español
Publicado: Universidad Nacional del Litoral 2024
Materias:
Acceso en línea:https://bibliotecavirtual.unl.edu.ar/publicaciones/index.php/Culturas/article/view/13598
Aporte de:
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description Este artigo consiste em uma análise da cidade como um espaço público que nos possibilita compreender tensionamentosque a homossexualidade provoca em relação à masculinidade hegemônica, através dos longas-metragens Tinta Bruta (2018) e Corpo Elétrico (2017). Será adotada como metodologia a análise fílmica (Aumont e Marie, 2004) e a atenção do trabalho estará voltada à narrativa das cenas em que ocorrem festas em meio à rua. As discussões sobre a construção do espaço fílmico terão como base o pensamento de Bordwell (1995), Gaudreault e Jost (2009) e Costa (2013a e 2013b). O conceito de masculinidade hegemônica terá como referência Connel e Messerschmidt (2013). Para a compreensão do histórico de reivindicações por direitos de grupos minoritários com sexualidades dissidentes, bem como a relação dos grandes centros urbanos com a trajetória de tais lutas políticas, este trabalho apresentará como embasamento teórico as obras de Lacerda (2015), Lacerda Júnior (2015), Nagime (2016), Lopes (2016), Louro (2018), Galuppo (2019), Ramalho (2020), Quinalha (2022) e Halberstam (2023). Como resultados, foi possível compreender que o cinema queer levanta provocações e questionamentos a paradigmas hegemônicos e, através de narrativas que se distanciam de uma tentativa de assimilação, os filmes analisados retratam possibilidades de reinventar cidades. A presença dos protagonistas de ambas as obras, em festas frequentadas por indivíduos heterossexuais, colocam em tensão preconceitos e desestabilizam a busca de personagens masculinos heterossexuais por dominação. A cidade, contudo, também é abordada como um espaço públicoonde a pluralidade e novas formas tanto de estar como entender o mundo encontram maneiras de resistir e viver com orgulho as diferenças.
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Será adotada como metodologia a análise fílmica (Aumont e Marie, 2004) e a atenção do trabalho estará voltada à narrativa das cenas em que ocorrem festas em meio à rua. As discussões sobre a construção do espaço fílmico terão como base o pensamento de Bordwell (1995), Gaudreault e Jost (2009) e Costa (2013a e 2013b). O conceito de masculinidade hegemônica terá como referência Connel e Messerschmidt (2013). Para a compreensão do histórico de reivindicações por direitos de grupos minoritários com sexualidades dissidentes, bem como a relação dos grandes centros urbanos com a trajetória de tais lutas políticas, este trabalho apresentará como embasamento teórico as obras de Lacerda (2015), Lacerda Júnior (2015), Nagime (2016), Lopes (2016), Louro (2018), Galuppo (2019), Ramalho (2020), Quinalha (2022) e Halberstam (2023). Como resultados, foi possível compreender que o cinema queer levanta provocações e questionamentos a paradigmas hegemônicos e, através de narrativas que se distanciam de uma tentativa de assimilação, os filmes analisados retratam possibilidades de reinventar cidades. A presença dos protagonistas de ambas as obras, em festas frequentadas por indivíduos heterossexuais, colocam em tensão preconceitos e desestabilizam a busca de personagens masculinos heterossexuais por dominação. A cidade, contudo, também é abordada como um espaço públicoonde a pluralidade e novas formas tanto de estar como entender o mundo encontram maneiras de resistir e viver com orgulho as diferenças. This article analyses the city as a public space that allows us to understand tensions that homosexuality causes towards hegemonic masculinity, through the feature-length films Hard Paint (2018) and Body Electric (2017). Film analysis will be adopted as a methodology (Aumon-tand Marie, 2004) and this paperwork will focus on the narrative of the scenes in which parties take place on the street. Discussions about the construction of filmic space will be based on Bordwell (1995), Gaudreaulta nd Jost (2009) and Costa’s thoughts (2013a and 2013b). The concept of hegemonic masculinity will be based on Connell and Messerschmidt’s work (2013). In order to understand the history of demands for rights by minority groups with dissident sexualities, as well as the relationship between large urban areas and the trajectory of such political struggles, this paper will present as a theoretical basis the works of Lacerda (2015), Lacerda Júnior (2015 ), Nagime (2016), Lopes (2016), Louro (2018), Galuppo (2019), Ramalho (2020), Quinalha (2022) and Halberstam (2023). As a result, it was possible to understand that queer cinema raises provocations and questions to hegemonic paradigms and, through narratives that distance themselves from a pursuit of assimilation, the analysed films portray possibilities of reinventing cities. The presence of the protagonists of both movies at parties attended by heterosexual individuals puts prejudices into tension and destabilizes heterosexual male characters’ pursuit of domination. The city, however, is also portrayed in the films as a public space where plurality and new ways of both being and understanding the world find ways to resist and live the differences proudly. Este artículo consiste en un análisis de la ciudad como espacio público que permite comprender las tensiones que la homosexualidad provoca a la masculinidad hegemónica, a través de los largometrajes Tinta Bruta (2018) y Cuerpo Eléctrico (2017). Se adoptará como metodología el análisis cinematográfico (Aumont y Marie, 2004) y la atención de este trabajo se centrará en la narrativa de las escenas en las cuales se desarrollan fiestas en la calle. Las discusiones acerca de la construcción del espacio fílmico se basarán en el pensamiento de Bordwell (1995), Gaudreault y Jost (2009) y Costa (2013a y 2013b). El concepto de masculinidad hegemónica tendrá como referencia Connel y Messerschmidt (2013). Para comprender la historia de las demandas de derechos por parte de grupos minoritarios con sexualidades disidentes, así como la relación entre los grandes centros urbanos y la trayectoria de tales luchas políticas, este artículo presentará como base teórica los trabajos de Lacerda (2015), Lacerda Júnior (2015), Nagime (2016), Lopes (2016), Louro (2018), Galuppo (2019), Ramalho (2020), Quinalha (2022) y Halberstam (2023). Como resultado, fue posible comprender que el cine queer plantea provocaciones y cuestionamientos a paradigmas hegemónicos y, a través de narrativas que se distancian de una búsqueda de asimilación, las películas analizadas retratan posibilidades de reinventar ciudades. La presencia de los protagonistas de ambas obras, en fiestas a las que asisten individuos heterosexuales, pone en tensión prejuicios y desestabilizan la búsqueda de dominación por parte de personajes masculinos heterosexuales. La ciudad, sin embargo, también es retratada en las películas como un espacio público donde la pluralidad y las nuevas formas de ser y entender el mundo encuentran formas de resistir y vivir las diferencias con orgullo. Universidad Nacional del Litoral 2024-12-30 info:eu-repo/semantics/article info:eu-repo/semantics/publishedVersion texto application/pdf https://bibliotecavirtual.unl.edu.ar/publicaciones/index.php/Culturas/article/view/13598 10.14409/culturas.2024.18.e0049 Culturas; Núm. 18 (2024): Culturas; e0049 Culturas; No. 18 (2024): Culturas; e0049 2362-5538 1515-3738 10.14409/culturas.2024.18 spa https://bibliotecavirtual.unl.edu.ar/publicaciones/index.php/Culturas/article/view/13598/19928 Derechos de autor 2024 Culturas