Ruinas y orfandad como soportes de la escritura o una alternativa para leer la decadencia en Julián del Casal

O objetivo deste artigo é refletir sobre a configuração da decadência em uma série de crônicas e poemas de Julián del Casal (1863-1893). Para isso, trabalharemos, em primeira instância, com a ruína da nobreza de Havana e a encarnação de tal ruína como estratégias para configurar uma subjetividade de...

Descripción completa

Guardado en:
Detalles Bibliográficos
Autor principal: Fernández, Rocío
Formato: Artículo revista
Lenguaje:Español
Publicado: Instituto de Literatura Hispanoamericana (Facultad de Filosofía y Letras, Universidad de Buenos Aires) 2022
Materias:
Acceso en línea:http://revistascientificas.filo.uba.ar/index.php/zama/article/view/10431
Aporte de:
Descripción
Sumario:O objetivo deste artigo é refletir sobre a configuração da decadência em uma série de crônicas e poemas de Julián del Casal (1863-1893). Para isso, trabalharemos, em primeira instância, com a ruína da nobreza de Havana e a encarnação de tal ruína como estratégias para configurar uma subjetividade decadente. Em segundo lugar, o foco será nas diferentes formas em que o desenho das imagens nos poemas de Hojas al viento (1890) permite ao sujeito não apenas reviver a experiência da orfandade mas também, como na decadência da nobreza, aprofundá-la ainda mais a fim de esvaziar os sentidos do mundo e, assim, sustentar e impulsionar a literatura. Por sua vez, esta abordagem procurará problematizar as formas como os críticos têm pensado o decadentismo cubano para passar de uma análise comparativa e/ou corroborativa que procura encontrar no modernismo uma série de temas decadentes, para começar a pensar o decadentismo como uma poética que corrói os sinais da realidade para dar forma a uma subjetividade arruinada.