Marxismo e Relações Internacionais: uma relação possível
O estudo das Relações Internacionais é um ambiente inóspito ao marxismo, como se fossem água e óleo, não se misturam. Ocasionalmente são apresentadas versões do marxismo diluídas no balaio das teorias críticas. O que a narrativa tradicional mascara é o caráter eminentemente internacionalista do marx...
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| Formato: | Artículo revista |
| Lenguaje: | Portugués |
| Publicado: |
Centro de Estudios Avanzados. Facultad de Ciencias Sociales. Universidad Nacional de Córdoba.
2019
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I10-R306-article-246092025-08-12T22:10:20Z Marxismo e Relações Internacionais: uma relação possível Marxismo y Relaciones Internacionales: una relación posible Osório, Luiz Felipe Imperialismo Estado Relaçoes internacionais Marxismo Capitalismo O estudo das Relações Internacionais é um ambiente inóspito ao marxismo, como se fossem água e óleo, não se misturam. Ocasionalmente são apresentadas versões do marxismo diluídas no balaio das teorias críticas. O que a narrativa tradicional mascara é o caráter eminentemente internacionalista do marxismo, o qual tem nas relações internacionais uma preocupação nuclear. É este o objetivo deste artigo. A partir da exposição da conexão íntima entre relações internacionais e capitalismo; da centralidade do fator externo no pensamento de Marx; e do fio do imperialismo, responsável por tecer a aproximação dos campos, é que se descortina a relação (não apenas) possível entre marxismo e Relações Internacionais: necessária e fundamental. É no mercado mundial que o capitalismo atinge sua plenitude e extrai o oxigênio para sua sobrevivência. A essência internacional do capitalismo é apontada por Marx desde seus primeiros escritos, ficando evidente no ápice de sua obra teórica. E serão as teorias do imperialismo que iluminam os caminhos para se vislumbrar o real caráter das relações internacionais. Sobre as três premissas o texto será estruturado e desenvolvido, ainda que de maneira mais breve e sucinta do que deveria. El estudio de las relaciones internacionales es un ambiente inhóspito al marxismo que, como si fueran agua y aceite, no se mezclan. Ocasionalmente, se presentan versiones del marxismo diluidas en el campo de las teorías críticas. Lo que la narrativa tradicional enmascara es el carácter eminentemente internacionalista del marxismo, el cual tiene en las relaciones internacionales una preocupación nuclear. Este es el objetivo del presente artículo. A partir de la exposición de la conexión íntima entre las relaciones internacionales y el capitalismo, de la centralidad del factor externo en el pensamiento de Marx, y del hilo del imperialismo responsable de tejer la aproximación de los campos, es que se descortina la relación (no sólo) posible entre marxismo y Relaciones Internacionales, sino necesaria y fundamental. Es en el mercado mundial que el capitalismo alcanza su plenitud y extrae el oxígeno para su supervivencia. La esencia internacional del capitalismo es apuntada por Marx desde sus primeros escritos, quedando evidente en el ápice de su obra teórica. Y serán las teorías del imperialismo que iluminan los caminos para vislumbrar el real carácter de las relaciones internacionales. Sobre las tres premisas, el texto estará estructurado y desarrollado, aunque de manera más breve y sucinta. Centro de Estudios Avanzados. Facultad de Ciencias Sociales. Universidad Nacional de Córdoba. 2019-06-06 info:eu-repo/semantics/article info:eu-repo/semantics/publishedVersion Artículo revisado por pares application/pdf https://revistas.unc.edu.ar/index.php/revesint/article/view/24609 1991. Revista de Estudios Internacionales; Vol. 1 Núm. 1 (2019): Desafios y avatares de los Estudios Internacionales. Enero-Junio 2019 2683-720X por https://revistas.unc.edu.ar/index.php/revesint/article/view/24609/23849 Derechos de autor 2019 1991. Revista de Estudios Internacionales https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 |
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