A política linguística na África e situação das línguas autóctones na educação: uma análise crítica das Constituições
A África tem uma situação sociolinguística muito complexa, uma vez que o multilinguismo é uma realidade convivendo no mesmo espaço as línguas europeias, as línguas africanas e asiáticas. A pesquisa visa discutir como a política linguística é tratada a partir das Constituições. Usando uma pesquisa do...
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| Autores principales: | , |
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| Formato: | Artículo revista |
| Lenguaje: | Español |
| Publicado: |
Facultad de Lenguas
2020
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | https://revistas.unc.edu.ar/index.php/RDPL/article/view/30707 |
| Aporte de: |
| Sumario: | A África tem uma situação sociolinguística muito complexa, uma vez que o multilinguismo é uma realidade convivendo no mesmo espaço as línguas europeias, as línguas africanas e asiáticas. A pesquisa visa discutir como a política linguística é tratada a partir das Constituições. Usando uma pesquisa documental analisou-se as 54 Constituições. Há pouca valorização das línguas locais por parte dos documentos oficiais havendo o domínio das línguas europeias em situações oficiais da comunicação. Na educação formal poucos esforços são feitos em favor das línguas locais. A Declaração dos Direitos Linguísticos não é respeitada porque as línguas africanas não são ensinadas nas escolas. Da pesquisa se conclui que os países africanos precisam de uma independência linguística. Só assim é que se pode resgatar e proteger as diversas línguas autóctones que muitas delas estão em vias de extinção. Uma língua é ao mesmo tempo a cultura de um povo, isso significa que resgatar as línguas africanas seria trazer de volta a autoestima que foi apagada pelo sistema colonial. |
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