Das formas de controle e disciplinarização à resistência operária no cotidiano fabril: o trabalho na indústria farmacêutica

A indústria farmacêutica tem passado por importantes transformações tecnológicas e organizacionais desde a década de 1990. Nesse contexto um elemento tem se destacado como específi co e fundamental nos processos de trabalho dessa indústria: o controle da produção por meio da regulamentação sanitária...

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Detalles Bibliográficos
Autor principal: Sônia Aparecida Lôbo
Formato: Artículo científico
Publicado: Universidade Federal de Goiás 2008
Materias:
Acceso en línea:http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=70311249022
http://biblioteca.clacso.edu.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=br/br-045&d=70311249022oai
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description A indústria farmacêutica tem passado por importantes transformações tecnológicas e organizacionais desde a década de 1990. Nesse contexto um elemento tem se destacado como específi co e fundamental nos processos de trabalho dessa indústria: o controle da produção por meio da regulamentação sanitária. O controle sanitário na indústria farmacêutica passou a integrar as formas de organização e gestão da força de trabalho sendo, em vários aspectos seu elemento estruturante: das rotinas, dos hábitos, da busca da qualidade na produção, do controle e disciplinarização dos trabalhadores e da conquista de sua adesão aos processos produtivos pelo discurso da produção da saúde por meio da qualidade do medicamento. Atua assim, como elemento constitutivo dos processos de trabalho e da geração de valor. Paralelamente, os trabalhadores dessa indústria que se defrontam com as rotinas restritivas inerentes à produção de medicamentos, tecem interpretações e mesclam aceitações e negações diante de exigências de produção e controle esboçando resistências, por vezes sutis, mas cotidianas às mesmas.
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