A permanência do sintoma: da ditadura civil-militar para o bolsonarismo

Este texto debate a permanência da violência da ditadura civil-militar brasileira na democracia e a criação de um modelo de educação/sociabilidade que normalizou a força como prática cotidiana. Parte-se do pressuposto de que a sociedade brasileira não responsabilizou as instituições do Estado nem os...

Descripción completa

Guardado en:
Detalles Bibliográficos
Autor principal: Bernardi, Marcio
Formato: Artículo publishedVersion
Lenguaje:Español
Publicado: Instituto de Estudios de América Latina y el Caribe 2025
Acceso en línea:https://publicaciones.sociales.uba.ar/index.php/observatoriolatinoamericano/article/view/10420
https://repositoriouba.sisbi.uba.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=observa&d=10420_oai
Aporte de:
id I28-R145-10420_oai
record_format dspace
spelling I28-R145-10420_oai2026-02-10 Bernardi, Marcio 2025-08-13 Este texto debate a permanência da violência da ditadura civil-militar brasileira na democracia e a criação de um modelo de educação/sociabilidade que normalizou a força como prática cotidiana. Parte-se do pressuposto de que a sociedade brasileira não responsabilizou as instituições do Estado nem os indivíduos responsáveis pelos crimes cometidos durante aquele período, o que contribuiu para a normalização desse fenômeno. A cólera na democracia burguesa encontra espaço sob o discurso da liberdade de expressão, sustentada pela retórica da permanência do anticomunismo e do ódio às minorias — agora com uma nova dinâmica, impulsionada pelo uso das redes sociais e plataformas de vídeo. A partir desse cenário, observa-se o fortalecimento do nome do ex-militar Jair Messias Bolsonaro, que articula em torno de si tais pautas, conferindo-lhes um sentido eleitoral e apresentando-as como permanências sob a alcunha de bolsonarismo. Diante dessa contextualização, o texto propõe a seguinte pergunta norteadora: Qual permanência social da ditadura civil-militar brasileira localizamos no bolsonarismo? Para respondê-la, partiremos da revisão bibliográfica e de notícias da imprensa a fim de analisar as permanências representadas no bolsonarismo. application/pdf https://publicaciones.sociales.uba.ar/index.php/observatoriolatinoamericano/article/view/10420 10.62174/olac.10420 spa Instituto de Estudios de América Latina y el Caribe https://publicaciones.sociales.uba.ar/index.php/observatoriolatinoamericano/article/view/10420/9242 Copyright (c) 2025 Observatorio Latinoamericano y Caribeño Observatorio Latinoamericano y Caribeño; Vol. 9, Núm. 1 (2025): Dossier: "Pasado y presente de las violencias en América Latina y el Caribe”; 96-115 1853-2713 A permanência do sintoma: da ditadura civil-militar para o bolsonarismo info:eu-repo/semantics/article info:eu-repo/semantics/publishedVersion https://repositoriouba.sisbi.uba.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=observa&d=10420_oai
institution Universidad de Buenos Aires
institution_str I-28
repository_str R-145
collection Repositorio Digital de la Universidad de Buenos Aires (UBA)
language Español
orig_language_str_mv spa
description Este texto debate a permanência da violência da ditadura civil-militar brasileira na democracia e a criação de um modelo de educação/sociabilidade que normalizou a força como prática cotidiana. Parte-se do pressuposto de que a sociedade brasileira não responsabilizou as instituições do Estado nem os indivíduos responsáveis pelos crimes cometidos durante aquele período, o que contribuiu para a normalização desse fenômeno. A cólera na democracia burguesa encontra espaço sob o discurso da liberdade de expressão, sustentada pela retórica da permanência do anticomunismo e do ódio às minorias — agora com uma nova dinâmica, impulsionada pelo uso das redes sociais e plataformas de vídeo. A partir desse cenário, observa-se o fortalecimento do nome do ex-militar Jair Messias Bolsonaro, que articula em torno de si tais pautas, conferindo-lhes um sentido eleitoral e apresentando-as como permanências sob a alcunha de bolsonarismo. Diante dessa contextualização, o texto propõe a seguinte pergunta norteadora: Qual permanência social da ditadura civil-militar brasileira localizamos no bolsonarismo? Para respondê-la, partiremos da revisão bibliográfica e de notícias da imprensa a fim de analisar as permanências representadas no bolsonarismo.
format Artículo
publishedVersion
author Bernardi, Marcio
spellingShingle Bernardi, Marcio
A permanência do sintoma: da ditadura civil-militar para o bolsonarismo
author_facet Bernardi, Marcio
author_sort Bernardi, Marcio
title A permanência do sintoma: da ditadura civil-militar para o bolsonarismo
title_short A permanência do sintoma: da ditadura civil-militar para o bolsonarismo
title_full A permanência do sintoma: da ditadura civil-militar para o bolsonarismo
title_fullStr A permanência do sintoma: da ditadura civil-militar para o bolsonarismo
title_full_unstemmed A permanência do sintoma: da ditadura civil-militar para o bolsonarismo
title_sort permanência do sintoma: da ditadura civil-militar para o bolsonarismo
publisher Instituto de Estudios de América Latina y el Caribe
publishDate 2025
url https://publicaciones.sociales.uba.ar/index.php/observatoriolatinoamericano/article/view/10420
https://repositoriouba.sisbi.uba.ar/gsdl/cgi-bin/library.cgi?a=d&c=observa&d=10420_oai
work_keys_str_mv AT bernardimarcio apermanenciadosintomadaditaduracivilmilitarparaobolsonarismo
AT bernardimarcio permanenciadosintomadaditaduracivilmilitarparaobolsonarismo
_version_ 1857043087010824192