Portos fluminenses e seus espaços urbano-regionais : uma exploração da indústria e logística de exportação de commodities [Separata] /

O trabalho analisa as relações complexas entre portos e hinterlândias do Estado de Rio de Janeiro a partir do estudo das transformações materiais e imateriais que induzem no espaço multiescalar as cadeias globais de valor de minério de ferro (Minas Gerais) e petróleo (offshore) que se exportam pelos...

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Detalles Bibliográficos
Autor principal: Scarpacci, Martín (Autor)
Formato: Libro
Lenguaje:Portugués
Materias:
Aporte de:Registro referencial: Solicitar el recurso aquí
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520 |a O trabalho analisa as relações complexas entre portos e hinterlândias do Estado de Rio de Janeiro a partir do estudo das transformações materiais e imateriais que induzem no espaço multiescalar as cadeias globais de valor de minério de ferro (Minas Gerais) e petróleo (offshore) que se exportam pelos portos do litoral do Estado de Rio de Janeiro (ERJ). No trabalho nos perguntamos se é possível aproveitar a transição energética global para gradualmente aprimorar e diversificar a base produtiva e a estrutura urbano-regional do ERJ e avançar em outra direção da que impõe o capital industrial-financeiro global. Espera-se contribuir para a discussão de alternativas concretas à atual produção hegemônica do espaço, que se processa em um contexto de uma economia vulnerável, propensa a enclave, dependente e pouco diversificada, centrada na exportação primário-extrativa, que vem se materializando desde 1990, mas que se consolidou nas últimas duas décadas no auge da demanda internacional por commodities. No território fluminense operam grandes players estratégicos oligopólicos que controlam (porta-porta) as cadeias globais de valor; esses conglomerados industriais-empresariais financeiros, concentram grande parte do seu poder de decisão sobre os destinos de cidades e regiões, que se veem submetidas aos movimentos originados em diversas escalas extralocais. Eles promovem a especialização produtiva restrita e conspiram contra uma outra produção social do espaço urbano-regional alternativa. Uma que fosse dotada de maior justiça socioespacial e ambiental, duração no tempo e autonomia decisória nos níveis municipais e estadual; nesse sentido as infraestruturas jogam um papel profundamente contraditório e portanto não podem ser entendidas unicamente como o caminho ao desenvolvimento sem considerar a subordinação dependente, a exploração de mão de obra e a depredação da natureza. Neste contexto cada vez mais dramático, há a necessidade urgente em se avançar na proposição de outros horizontes de possibilidades alternativos e estratégicos para o presente e o futuro do Estado do Rio de Janeiro, e por que não, do Brasil e do mundo. 
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773 |d Buenos Aires : FLACSO. Programa Argentina, 2024  |t Revista Estado y políticas públicas  |g Año 12, no. 22  |x 2310-550X 
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